Falta de Tempo e Sedentarismo
novembro 5, 2008 Autor: Fernando MSDe tempos em tempos dou uma parada para refletir e meditar a respeito dessa minha vida sedentária. Creio que em certos momentos a minha samambaia é mais ágil do que eu.
Fico imaginando alternativas para a introdução de algum esporte ou, pelo menos alguma atividade física que possa se encaixar em minha rotina diária (digitação e movimento do mouse não valem).
Já tentei [BP]Natação[/BP] em horários alternativos, [BP]Karatê[/BP], ir caminhando para o serviço (que fica a duas quadras da minha casa), etc. Nada disso deu certo. O grande Vilão dessa estória é esse maldito [BP]relógio[/BP]. Esse verdadeiro sacana me determina regras, baseadas em tempo. São os horários que devem ser obedecidos, convenção que impõe o momento de acordar, ir para o trabalho, voltar para casa e até o momento de dormir.
Tá, também tem a maldita preguiça. Ela contribui e muito para o fato de eu não praticar esportes.
Voltemos ao relógio, ou melhor, ao despertador – esse maldito que está sempre enchendo o meu saco e me lembrando de que eu já estou atrasado para mais uma jornada de trabalho, ou para qualquer outra tarefa rotineira.
Enfim, isto tudo não passa de um simples desabafo, já que é impossível sair dessa enrascada na qual eu mesmo me meti. Mas deve haver uma maneira melhor de lidar com a situação (melhor do que ficar apenas reclamando).
Devo admitir que a situação já esteve um pouco pior. Agora, pelo menos, estou participando da ginástica laboral aqui na empresa. É algo realmente fantástico ter alongamento suficiente para conseguir tocar nos joelhos (nos dois ao mesmo tempo).
Comecei a ler a respeito do assunto e cheguei a algumas conclusões. Provavelmente não vou alterar nada no meu modo de trabalho e na minha rotina diária. Mesmo assim, seguem algumas dicas que eu catei em alguns sites que tratam do assunto (também tem algumas conclusões minhas, ok?):
Quando trabalhar e quando descansar:
Deixe para se preocupar com os assuntos relativos ao trabalho durante o horário de expediente. Quando você estiver em sua casa, descansando, você deve se desligar por completo do serviço (a não ser que você seja blogueiro).
Se você é um pequeno ou médio empresário, ou ainda, é adepto do Home Office, esta regra também vale. Há de se ter horários específicos para o trabalho, assim como para o descanso.
Ambiente de Trabalho:
Caso seja possível, adquira um mobiliário que esteja de acordo com as regras de ergonomia. Na pior das hipóteses, use a criatividade para deixar seu ambiente de trabalho o mais ergonômico e harmonioso possível. O ambiente de trabalho tem que ser, para você, um lugar agradável e saudável, já que você passa a maior parte do tempo ali.
Tarefas necessárias e tarefas dispensáveis:
A capacidade de administrar o tempo de maneira eficaz é essencial nos dias de hoje. É preciso esforçar-se para fazer um planejamento e verificar quais objetivos são mais importantes, quais deseja alcançar em primeiro lugar, planejar recursos indispensáveis à execução de tarefas, reexaminar as prioridades, concentrar atenção naquilo que realmente é essencial, estabelecer prazos, tomar providências imediatas e eliminar caos e desorganização. Administrar o tempo é, antes de tudo, uma nova forma de encarar a vida.
Tempo para a Família e para Você:
Encontrar tempo para uma ocupação capaz de desviar sua atenção das preocupações com o trabalho é uma questão de definir prioridades. Ao se dedicar a um hobby sem descuidar de suas obrigações, a rotina do dia é quebrada, aliviando assim as tensões e aumentando a disposição para encarar as tarefas profissionais.
Quando essas tarefas, que de nada tem de parecido com o seu trabalho, podem ser desenvolvidas juntamente com sua família isso se torna ainda mais válido.
Esqueça tudo nos momentos de descanso e dedique-se por inteiro a sua família.
Estresse Necessário:
O estresse não é doença. Ele funciona como um mecanismo de sobrevivência necessário para estimular o organismo e melhorar sua atuação diante de circunstâncias novas. O Estresse do qual falo é um artifício necessário para que a pessoa saiba agir em situações de perigo e risco.
Sem estresse não reagiríamos às situações da vida, seríamos apáticos aos acontecimentos (bons ou ruins). A felicidade depende de como cada um reage diante das dificuldades e como aproveita os momentos bons.
Quando essa situação acontece em demasiada frequência é que ele começa a se tornar uma doença. Ou seja, quando ultrapassa o nível de bem-estar humano e a pessoa passa a se sentir cansada, irritada, impaciente e apresentando sintomas físicos como gastrite ou dores variadas e sintomas psicológicos como ansiedade, depressão, desmotivação, etc.
E no momento, era isso…







Belo post!
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Fernando MS reply on novembro 5th, 2008 1:00 pm:
Meu problema é a falta de tempo, além da maldita da preguiça…
Basta ter um tempinho livre (o que é raro), que me jogo na frente do microcomputador…
Quinta-feira passada, fui jogar futebol com os amigos. No final do jogo quase que tive que ser levado para o hospital, tamanho era o cansaço.
Fiquei com dores musculares até domingo… kkkkkkkk
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