Vinho? Adoro vinho!
Não sou nenhum enólogo mas, adoro vinho. E tem outra - das poucas vezes que beberico um dos bons acabo reconhecendo que são bons mesmo.
Aqui em Florianópolis está fazendo um friozinho dos bons. Ótima época para tomar um vinho e jogar uma conversa fora. Foi a idéia que surgiu ao conversar com uma amiga hoje pela manhã. Desde o inverno passado que não conversávamos, ocasião que acabamos exagerando nas doses de um tinto (rs).
Daí, fiquei pensando com meus botões… Aqui na minha terrinha não existem muitas casas especializadas no apreciado etílico e as poucas que existem não contam com bons profissionais para te auxiliar. Ainda - Acredito que em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, se você quiser tomar um vinho de boa qualidade sem fazer feio você terá que ter noção das regras básicas de apreciação. Então, pra ajudar a galera que é chegada num wine, seguem as dicas:
1) - Não existem regras rígidas: As normas convencionais, citadas em manuais de connaisseur, devem ser consideradas apenas como recomendação - e não como uma imposição.
2) - Não escolha vinho com o método “uni-duni-tê”: Se você é do tipo que gosta de impressionar alguém com um vinho e tem medo de quebrar a cara, atente para essa dica - Para não passar por desentendido, o leigo prefere escolher vinhos “no escuro” a pedir uma sugestão ao sommelier. Se você não conhece, pergunte!
3) - Idade não é igual a qualidade: Quanto mais velho, melhor o vinho, certo? Não necessariamente. Um vinho ruim pode ficar décadas oxigenando em barris de carvalho e continuará ruim. É mais importante saber se o ano em que o vinho foi fabricado teve uma boa safra do que sua idade.
4) - Preço não é igual a qualidade (também): Nunca escolha um vinho pelo valor estampado na etiqueta. Para vinhos, a relação qualidade e preço nem sempre é válida. Existem diversos vinhos chilenos e argentinos, com uma qualidade bastante boa e com um preço bastante acessível. Aqui em Santa Catarina, por exemplo, diversas vinícolas vêm se especializando na arte da fabricação de vinhos e têm tido ótimos resultados (principalmente nos tintos).
5) - No restaurante, prove antes de servir: Um vinho mal conservado torna-se ácido ou acre - ao prová-lo antes, portanto, estará se salvando de tomar vinagre por vinho.
6) - Mexer o vinho não é frescura: Ao sacudir a taça em movimentos circulares, você está ajudando a oxigenar a bebida, deixando-a com o aroma mais apurado.
7) - Utilize taças para tomar vinho: Copos para vinho devem necessariamente ter haste e bojo, para que o calor das mãos não altere o sabor da bebida. Outro detalhe: a taça deve ser necessariamente incolor, para que se possa apreciar a tonalidade da bebida.
8 ) - Vinhos Jovens precisam respirar: vinhos jovens (engarrafados recentemente) devem ser abertos uma ou duas horas antes de serem servidos, para que oxigenem, o que melhorará sensivelmente o seu sabor.
9) - Adega não é coleção de vinhos: Conservação é (quase) tudo quando se trata de vinhos.
10) - O vinho adequado valoriza o prato: Vinhos brancos são ótimos acompanhamentos para carnes brancas (aves, peixes, crustáceos). Na verdade, o vinho branco pode acompanhar qualquer prato, até mesmo as massas. Ao contrário dos vinhos brancos, os tintos já exigem alguns cuidados. Eles são especialmente recomendáveis para acompanhar queijos, carnes de vaca e de porco, caças, presuntos etc. Mas não devem acompanhar saladas temperadas com vinagre, crustáceos ou pratos com molho branco. Os tintos também não combinam com sobremesas de doces ou chocolate.
Era isso! …[:)]…
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Uia! A internet está cheia de coisa boa e, como eu falei em alguns posts anteriores, sou contra o desperdício e subutilização de recursos. Só que isso não vale para jogos on line (huahuahau). Como sou hipócrita…
Fato #1) - Há pouco tempo lá na empresa surgiu a modinha da reciclagem. Ora bolas! Estávamos bastante atrasados com relação a isso. Já foi tarde. Mas o lance da reciclagem é legal. Além de pouparmos recursos naturais (blá… blá… blá…), faturamos uma graninha bacana vendendo papel reciclado, plásticos, cartuchos de impressoras, etc. Não sejamos hipócritas - o dinheiro vai ser convertido em benefícios para os funcionários (festinhas, equipamentos para salas de jogos, etc…). Sim! O ser humano é um ser desprezível - é motivado por interesses próprios (me incluo no grupo).




